Olá meus amigos visualizadores do blog do mimito. No caso real de hoje, vou falar de um caso verídico, que se passou no ano de (1960), em 'BRASÍLIA', na época de sua fundação. Durante a sua construção, 'BRASÍLIA' era um 'formigueiro humano', formado por gente de todos os estados do 'BRASIL' e de vários países do mundo. Meu saudoso pai já estava morando em 'TAGUATINGA' e trabalhando de pedreiro, quando conheceu 'SEVERINO CORREIA DA CRUZ', um servente de pedreiro 'sergipano da cidade de 'RIACHUELO'. 'BIL', (apelido de quase todos os 'SEVERINOS), igual a muitos outros que chegaram A 'BRASÌLIA', ganhou um terreno da 'SULACAP' e construiu seu barraco com materiais usados de construção. Certo dia, conversando com nosso vizinho, Seu 'MUNDOCA', 'BIL' disse: Vou escrever pra casa, que estou com vontade de ver 'mãe lascada'. Vou colocar uma dentro da outra, se uma não chegar a outra chega. Já era noite quando começou a escrever: 'RIACHUELO SERGIPE', 29 quase 39. Mamãe. Diga pro papai, que venha conhecer a minha casa que fiz e tem (182) sacos de cimento, e ainda tenho mai (87) 'PERUS' (marca de cimento), guardado pra fazer um 'puxado'. Saudades, venha logo. 'Seu ANTONIO DA CRUZ', vendeu umas vaquinhas e uns bodes, e foi pra 'BRASÌLIA'. Quando lá chegou, viu seu filho em um barraco todo colado com sacos de cimentos vazios, perguntou: Cadê sua casa de quase (200) sacos de cimento meu filho?. E 'SEVERINO'na maior cara-de-pau respondeu: Pode contar papai. Na casa eu gastei (182) sacos de cimento 'PORTLAND', lá fora tenho mais (87) sacos de cimento da marca 'PERUS'.
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