No 'CASO REAL' desta semana, vou contar para meus amigos que visualizam e curtem os meus 'CAUSOS', um fato que é comum no serviço público. Nestas duas semanas que se passaram, estive em vários setores da administração da 'PREFEITURA DO GUARUJÁ', para reclamar do estado de abandono que está a rua que moro. No jogo-de empurra entre os departamentos da sede do município e da regional do distrito,me fez lembrar, um programa da 'RÁDIO MAIRINQUE VEIGA' do RIO DE JANEIRO, nos anos (60 e 70): 'O EDIFÍCIO BALANÇA-MAIS-NÃO CAI'. Um munícipe vai à prefeitura reclamar que tem um 'cavalo morto' em frente a sua residência. Após enfrentar uma enorme fila do setor de informações, lhe é indicado o setor de remoções de animais mortos. Foi daí que começou o drama. Depois de encarar mais uma fila, chegou ao guichê, onde o chefe do setor de remoções lhe perguntou: de que cor é o cavalo morto? Marrom senhor. Cavalo marrom é naquela outra fila, aqui é só remoção de cavalo 'BRANCO'. No outro setor, após outra fila,a pergunta: Quantos anos tem o cavalo?. Eu não sei. Mas parece que tem uns cinco anos, senhor. Então é naquele outro guichê, aqui só atendemos cavalos de dez anos. Depois de vários setores percorridos,o munícipe pede chorando: Me arrumem pelo menos uma pá que eu mesmo enterro o animal. E o funcionário público lhe diz: Entre naquela fila, de questões referentes à cemitério, para fazer uma requisição de uma pá. Desolado, só restou ao munícipe, apreciar o banquete dos urubus. Foi assim que senti o tratamento dos servidores públicos da nossa prefeitura.
Mimito querozene
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