Todo ano a mesma coisa. Basta entrar a estação das maiores chuvas, para que os noticiários de tragédias, faça parte das vidas de inúmeros brasileiros, em vários Estados do nosso Brasil. Desde o final do ano passado, a mídia falada, televisada e escrita, não para de noticiar as tragédias, levando: dezenas e centenas de vidas, e deixando milhares de pessoas desabrigadas. Pessoas estas, que por falta de opção, voltam para lugares, tal-
vês até pior de onde tiveram que sair. O grande problema, sempre está nas ocupações irregulares, quase sem-pre em áreas de risco. Por onde andamos, encontramos moradias quase sempre desaprumadas em: beiras de rios, áreas de mangues, nas encostas de morros, etc. Uma outra coisa muito comum, acontece quando há uma desapropiação de um local e as pessoas são realocadas em apartamentos de conjuntos habitacionais. Eu mes-mo conhecí alguns "Sabidinhos, que venderam os apartamentos que ganharam, e voltaram para áreas de invasão". Quando a área é particular e é invadida, para moradias dos "Sem-Tetos", o dono; em tempo récorde, apa-rece para pedir a restauração de posse, colocando mais um sem-números de desabrigados em busca de um local, mesmo de risco para morar.
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